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    Julho

FUNCIONÁRIOS: ELE SABEM. SABEM COMO FAZER. MAS, NÃO PRATICAM

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A maioria das publicações atuais enfatiza que o cliente mudou, está mudado e estará mudando ainda mais, portanto, todos precisam antecipar-se as suas futuras necessidades. É fantástico dizer que o cliente está mais exigente, mais informado, mais racional e que temos que nos preparar e mudar para lidar com essa sua “nova versão”. É incrível atribuir essas mudanças ao momento da concorrência e competividade. Mas, apesar de informações valiosas, quantos são aqueles que ainda não sabem disso? Quantos são os que ainda não compreendem o valor de um cliente uma empresa?

Acredito que as pessoas, atualmente, são bem informadas pelos diversos meios de comunicação. Os próprios cursos esforçam-se para facilitar a aprendizagem de conhecimentos e habilidades essenciais ao mercado atual e futuro. Mas por que os colaboradores sabem o que fazer. ( possuem o conhecimento ), sabem como fazer ( possuem a habilidade ), mas a execução é contrário a tudo aquilo que já sabem ( faltam as atitudes )?

Para compreendermos essas questões, necessitamos conhecer a velha regra do C.H.A., explicada pela pedagogia. O C.H.A. significa:

– C onhecimento ( o saber ); H abilidade ( o saber fazer ); A titude ( o querer fazer ).

O maior desafio para as empresas modernas é adotar métodos que despertem e tornem efetivas as atitudes ideais dos funcionários ( o querer fazer ). Muitas vezes, quando presenciamos atitudes indesejáveis dos funcionários, começamos a repetir informações que já sabem e sabem até como fazer, sendo o foco do problema está na atitude. A falta de métodos, técnicas e recursos para estimular a efetividade das atitudes, faz com que proprietários condenem seus funcionários ao conceito de incapazes ou mão-de-obra desqualificada.

Imagine uma pessoa de caraterística explosiva que sabe as desvantagens de agir desta forma, que sabe como fazer para evitar esses comportamentos e continua tendo atitudes explosivas. Adiantará ficar repetindo da mesma maneira, o que fazer e como fazer?

Outro aspecto importantíssimo é reverter a ideia de que todos os funcionários que cometem os mesmos erros, após saber o que fazer e como fazer, são displicentes e negligentes. Basta analisar o parágrafo anterior, para concluir que existem pessoas que apesar de saber o que fazer e como fazer, não conseguem gerar atitudes efetivas por não terem instrumentos de apoio que as auxiliem sobre como se processa as mudanças no adulto.

Portanto, lidar com mudanças no perfil profissional de adultos é um processo para empresas e profissionais de treinamento / desenvolvimento, capacitados, instrumentalizados e atualizados.

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