Consultora de AtendimentoOla, sou Mariana, aqui estão os meus contatos. escolhaO Brasil “comemorou” os seus 500 anos de descobrimento. Os otimistas focaram os pontos positivos desse percurso, os pessimistas os pontos negativos e os dois juntos compartilharam de um único ponto de vista em comum: “os próximos 500 anos dependem do empenho de cada ser humano”.
A empresa dos próximos 500 anos, também necessitará compartilhar desse ponto de vista em comum. Quando fala-se sobre “depender do empenho de cada ser humano”, a maioria das empresas orgulham-se de dizer que realizam grandes investimentos para atingir este objetivo, quando treinam e desenvolvem seus colaboradores para trabalharem em equipe, praticarem gerência participativa, “empowerment”, etc. Mas , na prática percebe-se que todos estes esforços são canalizados para melhorar a gestão, os sistemas e os processos de determinada empresa, mas, não ultrapassam os “muros empresariais”, pois ainda vivemos numa sociedade onde prevalece a “Lei de Gerson”, que diz: “brasileiro gosta de levar vantagem em tudo, certo?”.
A empresa dos próximos 500 anos, terá a sua gestão, e seus sistemas e os seus processos condenados ao fracasso se não interferirem e assumirem o papel de agentes e mudança de um modelo de sociedade que ministrou e distorceu valores fundamentais para a convivência e a evolução humana.
Os mesmo indivíduos que cometem deslize éticos, praticam a “Lei de Gerson” e que impressionam até as pessoas que compartilham da mesma lei estão ou estrarão trabalhando nas empresas dos próximos 500 anos.
E será que assim que puderem não aplicaram a Lei de Gerson. Será que, atualmente, em cargos com pouca alçada, estão “icebergs”, mas, amanhã atingindo postos de comando, poderão aplicar a sua lei e distribuir missões empresariais belíssimas quem faziam parte da natureza de apenas de apenas um grupo de pessoas que realmente possuam valores éticos e foram ingênuas e imaginaram que haviam incutido tais valores em todos os seus supostos “colaboradores”.
Ora, não estamos ofendendo ninguém, apenas estamos cansados de presenciar profissionais, principalmente consultores e administradores, fazendo rodeios para dizer isso que tivemos coragem de abordar.
É preciso lembrar que antes de ciara postos de trabalho, para todas as pessoas que estão disponíveis, a empresa dos próximos 500 anos, necessitará criar “centros de treinamento” que ensinarão continuamente valores éticos e não apenas gestão, sistemas e processos.
Se as empresas não ensinarem papéis mais aprofundados, no que diz respeito à educar e desenvolver valores éticos, estarão colocando em risco o seu nos próximos 5 anos, o que dizer no próximos 500 anos.
Os estudiosos da área de recursos humanos, já chegaram a conclusão que ao invés de criar uma “fabrica de controles” para vigiar os comportamentos das pessoas, precisam desenvolvê-las para que amadureçam e percebam suas responsabilidades. Mas, apesar de conhecerem suas responsabilidades não significa que desenvolveram e tornaram-se pessoas éticas que preocupam-se com o interesse alheio.
O que estamos afirmando é que está havendo uma confusão entre estar com uma visão mais ampla do seu papel e de suas responsabilidades profissionais e ser ético. Atualmente, existem pessoas gerenciando melhor, vendendo melhor, operando computadores de maneira melhor, mas, ainda com tendências fortíssimas para praticarem a “Lei do Gerson”. Infelizmente, é preciso reconhecer que existem pessoas que já fizeram inúmeros cursos sobre trabalho em equipe, gerência corporativa e empowerment e ainda são capazes de praticarem a “Lei de Gerson” desde reinstalar o sistema da Tv à cabo de sua residência de maneira clandestina, furar a fila no banco, deixar de comunicar a caixa da farmácia que ela digitou o preço inferior ao estabelecido até mentir para “mascarar” a imagem e condenar inocentes.
Outra confusão muito comum está na área da educação formal (escolas), pois a preocupação obsessiva de alfabetizar um aluno, faz com que o aluno torne-se capacitado a ler e a escrever, mas não são capazes de entender o que estão lendo (inclusive com o ensino médio completo, antigo 2º grau). Este exemplo pode ser comprovado durante uma sessão de treinamento e desenvolvimento , onde após a leitura de determinado textom, a maioria das pessoa não compreendem o seu sentido.